As cores da saúde na Beneficência

Mensalmente, a Beneficência Portuguesa desfralda bandeirões coloridos em seu terraço principal, com o objetivo de chamar a atenção das pessoas para a prevenção de doenças, tratamento e cuidados para com a saúde, sempre em busca de uma vida plena.

Por esta razão, nesse mês de dezembro, quem passa em frente ao palacete neoclássico do Hospital, na Av. Bernardino de Campos, 47, no Canal 2 (Vila Belmiro), além da bela visão do jardim lindamente decorado para as festas natalinas, pode ver, de longe, os bandeirões nas cores vermelho e laranja.

“As cores na área da saúde, definidas pela Organização Mundial da Saúde nos dão conta que as que representam o mês de dezembro são a vermelha que nos reporta à prevenção à Aids e a laranja, relacionada ao debate sobre câncer de pele”, explica o presidente da Beneficência, Ademir Pestana.

Cor Laranja – Atento, o presidente que ouve, sempre, explicações dos especialistas sobre os diferentes tipos de câncer, lembra que o câncer de pele, é o tipo de maior incidência no Brasil, mas pode ser prevenido evitando excesso de exposição ao sol e adquirindo o hábito necessário do uso de protetor solar e o uso de proteção (chapéu ou boné) quando se está ao sol. Além disso, consultar o médico a qualquer sinal de alteração na pele ou surgimento de manchas escuras, nódulos e feridas que não cicatrizam.

Não podemos esquecer que o uso de pomadas, cremes e medicamentos só com orientação médica” conclui Ademir.

*O Setor de Oncologia da Beneficência disponibiliza os serviços de Quimioterapia, Radioterapia com atendimento e acompanhamento que conta com ações do Projeto Social de Humanização (PSH), palestras, beleza, musica, dança, poesia, etc.., além de consultórios e Centro Cirúrgico e total entrosamento dos colaboradores do setor com os pacientes, todos chamados  pelo nome e tratados como parte da grande família Benê.

Cor Vermelha – O Dia Mundial de Combate à Aids, celebrado em 1 de dezembro deu início à atenção sobre a conscientização deste mês, lembrando que o laço vermelho utilizado na luta contra a Aids foi criado em 1991 pela Visual AIDS de New York, que queria fazer uma homenagem aos amigos acometidos pela a doença. A mensagem se espalhou pelo mundo e hoje faz parte de todos os calendários, mas como diz Ademir Pestana, o trabalho de conscientização sobre a importância da prevenção à doença não se restringe a um único dia ou a um mês, “A conscientização é como um trabalho de formiguinha. Tem que ser diário, incessante, mesmo que o Ministério da Saúde tenha informado que no Brasil caiu o índice de mortes em consequência da doença”

A boa notícia: Neste ano, quando o Brasil completa 30 anos de oferta do tratamento da doença por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), o país conseguiu diminuir o número de mortes em decorrência da doença sexualmente transmissível. Segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde, a taxa de mortalidade passou de 5,7 a cada 100 mil habitantes, em 2014, para 4,8, em 2017.

“É importante lembrar que não se contrai Aids com um carinho, um aperto de mão ou abraço e que, hoje, é possível, viver bem com a doença, desde que respeitando e seguindo a orientação médica e tratamento. Porém, isso não significa que podemos relaxar com relação à prevenção porque Aids não tem cura”

Prevenção – para evitar a transmissão da Aids, o GAPA – Grupo de Apoio à Prevenção à Aids da Baixada Santista destaca o uso de preservativo durante as relações sexuais, a utilização de seringas e agulhas descartáveis e o uso de luvas para manipular feridas e líquidos corporais, entre outras medidas. O Gapa/BS, localizado na Av. Epitácio Pessoa, 278, Embaré, em Santos, é a única entidade credenciada pelo Ministério da Saúde para a realização de testes de HIV por fluído oral (saliva).  Mais informações pelo telefone 3222 3109.

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