Infectologista ressalta a importância da máscara

           Nesta segunda-feira (6), o infectologista Sérgio Feijoó Rodrigues, em entrevista via Skype ao JT1 (TV Tribuna), ressaltou a importância do uso de máscara como medida de segurança para conter o avanço do coronavírus, lembrando que  o equipamento cria uma barreira física que impede a proliferação do vírus, ajudando a reduzir o número de pessoas infectadas.

           O especialista que trabalha na linha de frente no combate a Covid-19 na Beneficência Portuguesa e na Santa Casa de Santos, chamou atenção para um detalhe muito importante: o uso correto da máscara, pois de muito pouco ajuda tê-la no rosto se estiver posicionada de *forma incorreta.

          Dr. Feijoó destacou que o fato de se registrar uma curva descendente da doença, não significa a possibilidade de pensar em relaxar com relação às medidas de segurança. “O número decrescente de casos apenas deu um certo conforto com relação ao atendimento”.

          Segundo o médico, esse momento exige muita atenção porque o retorno às atividades laborais, automaticamente possibilitará uma interação maior entre as pessoas. “Nosso problema é que enquanto decresce a ocupação de leito hospitalar na Região e na Capital, aumenta essa procura nas cidades do Interior. Com isso nos tornamos um polo de atração para as pessoas onde a curva da covid-19 é ascendente”.

           A observação do Dr. Feijoó é mais que pertinente porque a tendência na Baixada Santista com a liberação de praias (por enquanto só para exercícios) e comércio, é atrair não apenas os moradores ávidos para sair de casa, mas também pessoas de outras regiões o que poderá ocasionar aglomerações.

         Diante dessa possibilidade real, a importância do uso de máscara em obediência às leis (municipal, estadual e federal) para evitar a propagação da covid-19. No entanto, se ela não for usada corretamente , bem como se não forem mantidas as outras medidas de segurança como: evitar contato próximo com pessoas, especialmente das que sofrem de infecções respiratórias agudas ou que apresentem sintomas da doença; lavagem frequente das mãos com água e sabão; utilização de lenço descartável para higiene nasal; cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir; evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca; manter os ambientes bem ventilados e limpar e higienizar objetos e superfícies tocados com frequência.

       *Em recente publicação este site relacionou os erros mais comuns no uso de máscaras: uso do equipamento no queixo, no braço ou pescoço; sem cobrir nariz ou boca; largo para o rosto; retirá-lo encostando a mão na área além do elástico ou cordinha; deixá-lo sobre mesa ou outras superfícies; usar por mais de duas horas sem troca e descartar aleatoriamente. Confira a postagem datada no último dia 3.

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