Julho Amarelo, a campanha continua

           28 de Julho – Dia Mundial da Luta Contra as Hepatites Virais

        Julho é o mês da conscientização sobre a importância da prevenção às hepatites virais. Neste ano, na Beneficência Portuguesa, a campanha tradicionalmente realizada em julho, mês em que se enfatiza a campanha, acontecerá em agosto, contribuindo assim, para que o objetivo da campanha continue em pauta, pois como reafirmam diariamente os responsáveis pelo evento no hospital, Ademir Pestana (presidente da Beneficência) e Jeová Pessin Fragoso (presidente do Grupo Esperança – Grupo de Apoio aos portadores de hepatites e doenças graves do fígado), “prevenção se faz todos os dias”.

Ademir Pestana e Jeová Pessin na luta contra as Hepatites Virais

       A campanha Julho Amarelo instituída no Brasil em 2019, pelo Ministério da Saúde, tem por objetivo reforçar as ações de vigilância, prevenção e controle das hepatites virais e segundo o alerta do Instituto Brasileiro de Estudos do Fígado (Ibrafig), o número de testes e tratamentos realizados contra a hepatite C caiu entre 40 e 50% durante a pandemia de coronavírus.

        Na Beneficência – A Campanha de Conscientização sobre as Hepatites Virais e teste rápido para Hepatite C no hospital, será realizada na terceira semana de agosto próximo (mais detalhes nos próximos dias). Todo o trabalho será desenvolvido seguindo, rigorosamente, os protocolos de prevenção à covid-19.

       O presidente da Beneficência Portuguesa, Ademir Pestana, ressalta importância da prevenção a qualquer tempo. Ele, vereador santista, é o autor da primeira lei do Brasil sobre as Hepatites Virais (lei municipal nº 1990/2001, que instituiu de forma oficial em Santos, a campanha para falar sobre os sintomas e tratamento das hepatites virais).       

Para Jeová Pessin, pioneiro na luta pela prevenção à doença, a Lei municipal das Hepatites Virais estabelecida em Santos, por iniciativa de Ademir Pestana, foi revolucionária porque fomentou a criação de leis semelhantes em outros municípios. Ressalta ainda que as hepatites B e C são doenças assintomáticas e a do tipo C não tinham tratamento eficaz até 2015, quando novos medicamentos foram criados e estão disponíveis no SUS, além da testagem.

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